ALERTA MÁXIMO CONTRA AS DST’S NO PERÍODO DE CARNAVAL
O carnaval é considerado uma das épocas mais favoráveis para a disseminação das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). As pessoas ficam mais dispostas ao sexo casual quando estão descontraídas em lugares muito movimentados. E grande parte acaba cedendo ao impulso e não usa preservativo. O médico Marcos Sampaio, da Clínica Origen, alerta que ao contrário do que muita gente pensa, as Doenças Sexualmente Transmissíveis podem trazer vários riscos para a saúde. Entre eles estão: esterilidade, aborto, nascimento de bebês prematuros com problemas de saúde, deficiência física ou mental, alguns tipos de câncer e até a morte. “Uma pessoa com DST também tem mais chance de contrair outros males, inclusive a Aids”, diz o ginecologista.
O que é: As doenças sexualmente transmissíveis, conhecidas como DSTs, são transmitidas principalmente pela relação sexual vaginal, oral ou anal, através do contato dos órgãos sexuais com a lubrificação vaginal ou com o sêmen.
Principais DSTs: Candidíase, gonorréia, clamídia, hepatite B, Herpes, Sífilis e Tricomoníase, Aids, entre outras.
Principais sintomas: Corrimentos abundantes, amarelados ou esverdeados na vagina ou pênis, mau-cheiro no órgãos genitais, coceiras, feridas, verrugas ou bolhas na virilha, vagina, saco ou pênis, além do ardor ao urinar e dor durante as relações sexuais.
Tratamento e prevenção: Os tratamentos para as conseqüências causadas pelas doenças sexualmente transmissíveis variam de acordo com cada caso. Quando detectadas logo no início, o tratamento medicamentoso traz bons resultados. Quando o estágio está mais avançado, o prognóstico vai depender da extensão ou da localização da lesão. A camisinha é o método mais eficaz contra as DST. Ela não pode ser deixada de lado nunca.
Sugestão de entrevista: Ginecologista Marcos Sampaio
1. Importância da prevenção das DST e como fazê-la. 2. Os riscos das DST para a saúde da mulher – inclusive a infertilidade; 3. Como as DST causam infertilidade; 4. De que forma a mulher pode detectar o problema; 5. Quais as complicações que uma infecção bacteriana gera no aparelho reprodutor feminino? 6. Quais são os tratamentos possíveis em cada caso?
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